sexta-feira, 22 de março de 2019

Filhos desalentados do além túmulo - Por: Claudia Souza



Não há como saber o destino de um jovem que vem ao mundo sem esperança no futuro. Não há como medir a esperança de cada ser que reencarna. Quando nascemos, não sabemos o destino que as amarras do tempo nos impõem. Apenas sabemos que devemos fazer algumas coisas e que num dado tempo nos foge do arbítrio decidir ou impedir os fatos que nos levam a realizar algumas ações.

Não importa o quanto é importante viver de acordo com o que aprendemos, porque quando chegamos à Terra, inconscientemente sabemos qual é a tarefa que teremos que desempenhar quando o "sino bater". Num dado momento, quase sem pensar, apenas vamos lá e cumprimos a missão que nos foi dada a executar. Às vezes levamos décadas de vida, aproveitando o tempo que nos foi dado na Terra, para cumprir uma tarefa que levou apenas alguns minutos para ser realizada.

"Não nos julgue pelo o que fizemos, porque o nosso interesse foi apenas o de cumprir a história que teria que ser. Muitas nuvens encobrem as verdades da vida e poucos tem conhecimento dos destinos da humanidade. O que hoje parece atrocidade é um processo de limpeza purificadora do hemisfério insalubre da Terra. O que agora parece triste, passará a ser comemorado no amanhã, que ressurgirá sem pecado." (Mensagem Canalizada - Mentor desconhecido).

No calabouço do universo jazia uma esfera descontente por não se manifestar, mas que impaciente pelo retrocesso, resolveu por ela mesma agir, apesar dos tropeços e percalços de um passado funesto e atordoador. Doravante, não haverão limites para essas manifestações vis e cruéis, mas esse é o remédio amargo que passaremos a saborear até que os doces sabores da humanidade, fraternidade e amor ao próximo possam ser sorvidos novamente pelas almas de bom coração.

Não cumprimos a vontade do Pai, mas abraçamos todos aqueles ávidos por justiça, que atravessaram os nós dos tempos sem verem a justiça divina.


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