| Cambaçica - Foto: Claudia Souza |
NOSSOS VÍDEOS
domingo, 6 de setembro de 2026
Mensagem espiritual: o que significa a visita de uma cambaçica?
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Vibe Day 2026: Espiritualidade, Expansão da Consciência e Encontros no Coração de São Paulo
Vivemos em um tempo em que a busca pelo autoconhecimento deixou de ser um caminho isolado para se tornar uma necessidade coletiva. Em meio ao ritmo acelerado da metrópole, encontrar momentos de pausa, reflexão e alinhamento interior é essencial para nos reconectarmos com a nossa verdadeira essência e com o fluxo do cosmos.
Nos dias 29 e 30 de agosto, a capital paulista recebe o Vibe
Day 2026, um encontro que une espiritualidade, sabedorias ancestrais e cultura
holística em uma atmosfera acolhedora e vibrante no Hotel Gran Villagio, no
centro de São Paulo.
Diálogos que Despertam e Transformam
Realizado pela Rádio Vibe Mundial, em parceria com a Astral
TV e a Coutinho Eventos, o encontro propõe uma reflexão profunda sobre como
integrar mente, energia e espírito no dia a dia.
Entre os grandes destaques da programação estão duas
referências incontestáveis no estudo da mente e das dimensões sutis da
existência:
Monja Coen: Fundadora da Comunidade Zen Budista do Brasil,
traz seus ensinamentos sobre presença plena, resiliência e a arte de encontrar
propósito e serenidade em tempos de constantes transformações.
Wagner Borges: Pesquisador espiritualista e referência nos
estudos sobre bioenergia e projeção da consciência (experiências fora do
corpo), compartilhando sua visão universalista e desmistificadora sobre as
realidades sutis do ser.
Experiências, Saberes e Conexão Humana
Com dois palcos simultâneos, o evento conta com palestras e
vivências que passeiam por temas como Bioxamanismo, Cabala, Astrologia,
Terapias Integrativas, Cura Energética e Rituais Ancestrais.
Além da programação reflexiva, os participantes poderão
desfrutar da Feira Mística, um espaço dedicado a cristais, aromas, produtos
terapêuticos, literatura consciente e atendimentos oraculares. É uma
oportunidade de vivenciar o sagrado no contexto urbano, ressignificando os
espaços da cidade por meio da luz, da arte e da fraternidade.
Informações do Evento:
Evento: Vibe Day 2026 – Eleve seu Astral
Datas: 29 e 30 de agosto de 2026
Horário: Das 10h às 18h30
Local: Hotel Gran Villagio
Endereço: Rua Martins Fontes, 330 – Centro, São Paulo – SP
Entrada: Gratuita para a circulação geral e Feira Mística
(Inscrições para o Congresso Vibe disponíveis na plataforma Sympla)
Realização: Rádio Vibe Mundial, Astral TV e Coutinho Eventos
Acompanhe: @astraltv
Permita-se sintonizar com novas frequências de consciência,
harmonia e autodescoberta. Nos encontramos lá!
quinta-feira, 18 de junho de 2026
Libertar Jesus da Cruz: Uma Reflexão Sobre a Imagem que Escolhemos Guardar
Ao longo de séculos, a imagem de Jesus Cristo crucificado tornou-se um dos símbolos mais poderosos da humanidade. Igrejas, templos, pinturas, esculturas e objetos de devoção reproduzem incessantemente a cena do Calvário: um homem ferido, pregado à cruz, em meio à dor e ao sacrifício.
Mas vale uma reflexão: será que essa era a imagem que Jesus desejava deixar para seus seguidores?
Os Evangelhos não terminam na crucificação. A cruz não é o ponto final da narrativa cristã. Após a dor, vem a ressurreição. Após a morte, a vida. Após a derrota aparente, a vitória do espírito. Quando Jesus ressuscitado aparece a Maria Madalena, não surge marcado pela impotência da cruz, mas revestido de uma nova condição, gloriosa e luminosa. Ele não se apresenta como uma vítima eterna, mas como alguém que transcendeu a própria morte.
Talvez exista aí uma mensagem profunda que nem sempre percebemos.
A cruz representa um momento da trajetória de Cristo, mas não sua condição definitiva. Permanecer fixado apenas na imagem da crucificação pode significar permanecer preso ao sofrimento, ao martírio e à dor, esquecendo a libertação que veio depois. É como contemplar apenas a noite e ignorar o amanhecer.
As mãos de Jesus na cruz estão abertas, porém imobilizadas pelos cravos. São mãos que não podem abraçar, construir, curar ou levantar quem caiu. Já o Cristo ressuscitado possui mãos livres. Mãos capazes de tocar os discípulos, partir o pão, abençoar e ensinar. Mãos que representam ação, movimento e transformação.
Essa diferença simbólica talvez tenha muito a nos ensinar.
Muitas vezes, sem perceber, reproduzimos em nossa própria vida a imagem da cruz. Permanecemos presos às nossas dores passadas, aos erros, às perdas e às feridas. Ficamos psicologicamente pregados aos acontecimentos que nos fizeram sofrer. Entretanto, a mensagem da ressurreição convida ao contrário: levantar-se, caminhar e seguir adiante.
Libertar Jesus da cruz não significa negar seu sacrifício nem diminuir a importância histórica e espiritual da crucificação. Significa reconhecer que sua mensagem é maior do que o sofrimento. Significa recordar que o Cristo que venceu a morte talvez deseje ser lembrado não apenas como aquele que foi crucificado, mas como aquele que ressuscitou.
A humanidade talvez precise contemplar mais o Cristo da vida do que o Cristo da morte; mais o Cristo da esperança do que o Cristo da dor; mais o Cristo que caminha entre os homens do que o Cristo imóvel sobre a madeira.
Porque a essência da mensagem cristã não está em permanecer na cruz, mas em transcender a cruz.
E talvez a verdadeira homenagem a Jesus não seja mantê-lo eternamente pregado ao instrumento de seu suplício, mas permitir que ele continue vivo em nossa consciência, livre, luminoso e inspirador, como aquele que mostrou que nenhum sofrimento é maior do que a força do espírito.
A cruz foi um acontecimento. A ressurreição foi a mensagem.
E toda mensagem destinada a transformar a humanidade precisa, antes de tudo, ser livre.

